Começando

Toda vez que como pão com manteiga no meio da madrugada penso: Não nasci para ser magra. Minha teoria após anos de dieta é a seguinte: se eu fosse magra,  ele não seria um pão de batata  com uma generosa camada de manteiga Aviação na chapa. Não, não, com certeza ele seria um pão integral com requeijão light ou margarina. E eu abomino margarina. Comer não é só pra manter a gente em pé ou pra ficar saudável; comer é satisfação. É sentir vontade de comer e não só fome.
Bem, eu poderia ter nascido com um dom de me interessar mortalmente por uma abobrinha. Mas também não nasci pra ser aficionada no saudável. Se eu penso em abobrinha é com o principal intuito de confitá-la para fazer como base de um risoto, com queijo de cabra; aí ela me anima. E como qualquer pessoa que gosta muito de comer também me apaixonei por cozinhar. Acho que os dois caminham juntos. É impossível gostar muito de comer e não se interessar por cozinha, conhecer o processo, como o prato é feito.
Isso me faz pensar que o principal motivo pelo qual eu não nasci para ser magra é: Quero ter uma relação de paz com a comida. Não quero contar caloria, pensar que tá tarde para comer carboidrato e duvidar se o jeans vai entrar ou não depois das férias. Quero jantar até tarde, pedir entrada, prato e sobremesa sem medo. Não nasci para ser magra porque quero ter uma amizade com a cozinha. Esse blog, portanto, é um espaço para dividir receitas, dicas, restaurantes legais e claro – o amor pela comida e o que ela sempre me trouxe: as melhores experiências.

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